Conhecendo todas as dicas do que fazer em Foz do Iguaçu e o Hotel das Cataratas

Nós fomos conhecer este lugar paradisíaco, acompanhe nossas dicas e descobertas para fazer da sua viagem um momento inesquecível, ainda melhor que o que tivemos e sem complicações. Foz do Iguaçu é uma cidade que fica na divisa entre os países vizinhos Argentina e Paraguai, próximo às cataratas tem um ponto conhecido como o Marco das três fronteiras, um passeio muito legal para fazer, afinal é emocionante vislumbrar algo tão grandioso que pode caber nos seus olhos, dentro da memória – a divisa de três países. É sensacional!

Turismo
8 meses atrás
Conhecendo todas as dicas do que fazer em Foz do Iguaçu e o Hotel das Cataratas

As Cataratas do Iguaçu é um local visitado constantemente por uma imensidão de pessoas de diversas nações, tem muito o que se fazer por lá, fora os hotéis maravilhosos pelos arredores.

Neste post vamos investir em nossa experiência, então vale dizer que ficamos em Foz apenas 3 dias, chegamos no domingo a tarde – após as 15h30 e fizemos o check-out as 12h de quarta, choveu bastante na segunda a tarde e na terça a garoa acompanhou durante todo o dia, então muitos passeios que desejávamos fazer, precisarão ser feitos numa próxima visita, até porque fomos tão mimados no Hotel Belmond, onde estivemos hospedados que a vontade de sair do hotel praticamente não existia… Precisávamos mesmo de férias, rede, piscina e muita comida boa, cercados de mimos e excelente atendimento.

Escolha do Hotel

Quando definimos que iríamos à Foz, um desejo antigo de um dos membros da nossa equipe (fizemos um sorteio e eu mesma ganhei – então, fui a responsável por organizar todos os passos deste destino esplêndido).Comecei as buscas por estadias, preços, serviços, acesso etc. Quando eu vi este hotel dentro do Parque Nacional, cinco estrelas e muito premiado, ele tornou-se minha primeira opção. Quando contatamos via telefone pela primeira vez, o atendimento ficou a desejar, afinal tratava-se de um serviço premiado e que atendia frequentemente estrangeiros, logo o atendimento para conterrâneos seria ainda melhor. Precisei ligar mais de cinco vezes e mais uma chuva de e-mails para conseguir resolver qual seria a minha suite, que desde o primeiro contato, eu havia solicitado a sacada e banheira (não dá pra ficar num hotel – spa sem banheira vai, era tão pouco tempo que resolvi aproveitar sem esbanjar, mas aproveitar mesmo, confesso que não me arrependi – foi ótimo).

Como a empresa ficou responsável pelo pagamento do hotel, o pagamento foi antecipado ficando passeios e extras por minha conta no fechamento do check-out. Ficou um pouco confuso, porque quando enviei o e-mail do comprovante a imagem não carregou, mas na minha opinião era meio impossível terem dois depósitos com o mesmo valor, no mesmo dia e com o mesmo nome que os meus, não achei satisfatório. Uma atendente quis ser gentil, mas me deixou insegura quando me enviou um e-mail de cobrança informando que teríamos que efetuar o pagamento ao término da hospedagem. Logo tudo havia sido resolvido pelo Concierge, Edso Dutra, após contato telefônico direto no hotel, respondeu o e-mail nos acalmando e assegurando que tudo seria plenamente encaixado, sem dúvidas, o que foi essencial para que pudéssemos ficar tranquilos e aproveitar bem da hospedagem. Ou seja, o departamento de reservas do hotel e o departamento de atendimento telefônico deixou muito a desejar neste sentido, mas haviam pessoas verdadeiramente comprometidas com a satisfação e experiência inesquecível por lá, fora que eles falam fluentemente inglês, espanhol e parece que até mandarim.

Então a dica é – Contate diretamente o hotel no Paraná, caso tenha possibilidade. Se cair no Rio de Janeiro, prepare-se que pode se tornar um atendimento confuso.

Como foi nossa chegada em Foz do Iguaçu

Foi razoavelmente difícil localizar voos diretos para foz pelos sites das próprias companhias aéreas, então decidimos buscar opções pelo serviço Google Voos, deu certo! mas as passagens eram praticamente o valor da hospedagem, e haviam voos diretos pela companhia Avianca (disponíveis apenas pelo google, no site da cia não tinham voos nem para Curitiba disponíveis na data), optamos por ida e volta com a Azul, tinha escala em ambos trajetos em Curitiba. Achei interessante dar uma paradinha lá – O melhor aeroporto do país, um descontinho e tudo o que eu tinha de empenhar eram apenas algumas horinhas. Topei facinho, somente adultos, super valeu a experiência!

Assim que chegamos em Foz (deu para ver as cataratas e o hotel lá de cima do avião, foi super show), ao desembarcarmos no aeroporto, pegamos um táxi (não haviam carros Uber disponíveis), em menos de 10 minutinhos e menos de R$ 20,00 estávamos na porta do Parque Nacional do Iguaçú, bem pertinho do Parque das Aves (200 m). O maior trajeto mesmo foi o caminho entre a portaria do parque ao hotel, pelo caminho vimos algumas casas, pontos de ônibus para os coletivos e o Macuco, um dos passeios que tem por lá. Muitas borboletas, uma biodiversidade bem legal e a vegetação era tipicamente atlântica. Com alguns quilômetros de estrada praticamente deserta nos vimos debruçados sobre as esplêndidas Cataratas.

Sobre o primeiro contato no Hotel Belmond Cataratas

Uma coisa que me chamou muito a atenção foi o cuidado com as nossas bagagens. Adorei! Na recepção, a Naiara foi gentil ao nos acomodar com um dos pedidos que havia feito na primeira ligação, mas a atendente não fechou a reserva adequadamente esquecendo de ambos os pedidos. Eu queria a banheira e a sacada. Fiquei sem a sacada, mas a banheira estava lá. UFA! Enquanto acontecia a preparação deste quarto, fomos convidados a almoçar, havíamos pago todas as refeições durante a estada. Então, lá fomos nós ao restaurante da piscina, mais informal, nossa – divino e fantástico (tem outro com serviços à la carte, nem fomos lá).

Alimentação

Houve um problema. Como um dos espaços é sistema self-service, ficar a vontade era palavra de ordem. Mas em meio a tanta vida, alguns mosquitos e moscas insistem em invadir o restaurante, que no final do expediente de almoço, estava a me servir e fui a um dos melhores pratos das mesas, o salmão, ele estava repleto de moscas zonzas que mal conseguiam voar. Apesar da aparência impecável, a ausência de cortinas de ar poderiam fazer a diferença. Discretamente convidei uma das moças do restaurante para me acompanhar até o peixe. Imediatamente ela solicitou a cozinha que tomasse providências. Gostei muito disso, um cuidado essencial que muitos restaurantes deixam a desejar. O metre, cuidadoso, veio se desculpar em nome das moscas e da equipe, muito nos deu atenção (sensacional, pago pra ver um restaurante que nunca teve uma mosquinha), eles levaram este assunto muito a sério, afinal comer é coisa séria e era importante nossa satisfação. Ilton, o metre diurno, ainda explicou que é um trabalho diário de higiene contra insetos e severa limpeza, como estão num local de preservação, todos os cuidados são ainda redobrados. Os hóspedes são exigentes e eles não admitem qualquer tipo de infestações, acrescentou ainda, que o caso já havia sido relatado para que providências fossem tomadas.

Gente, eles colocam um favo de mel toda manhã para que os hóspedes possam aproveitar do mel e do próprio favo. Não há abelhas circulando, é sensacional! Aparecem sim vespinhas, uma ou outra abelha, mosquitos chatos. Mas não incomoda em nada porque é tudo bem limpinho e organizado. Nós tivemos o café da manhã, o almoço e a janta servidos neste restaurante, comemos bem e era um show de gastronomia com pratos, petiscos e sobremesas que eu nem sabia o nome.

A experiência de nunca se afastar das Cataratas

Um dos diferenciais do hotel é que do quarto dava para ouvir as incansáveis águas das cachoeiras intermináveis, águas acalmam profundamente o meu ser. Outra coisa mais legal ainda foi o direito de permanecer no parque após seu fechamento ao público. Claro, nós estávamos hospedados dentro dele, como poderíamos sair de la? Era só apresentar um comprovante de hospedagem do hotel ao guarda e tudo certo. Só não dava para acessar o elevador da Garganta do Diabo, mas com aquela paisagem toda, ir de elevador era covardia vai!

Serviço de quarto

Maravilhoso nos detalhes. Chinelos havaianas disponíveis para o casal, linha Phebo de higiene (shampoo, condicionador, sabonete líquido e em pedra) kits higiênicos, suvenires como canetas, lápis, bloquinhos, uma infinidade de coisinhas úteis. Tirei meus brincos e correntinha, óculos de sol, deixei os cabos do celular soltos, quando saímos – como de costume e, assim que retornamos, águas estavam nos criado-mudos, junto com uma fitinha que dava graça aos cabos organizados, com a correntinha e brincos postos sobre um papel pequeno e charmoso e os óculos organizados entre toalhas de mão. Abertura da cama (é a noite, com direito a um docinho). Perfeição existe!

A higiene dos banheiros é sensacional, há marcas do tempo – daquelas que ele não perdoa, mas a manutenção é fina e a limpeza é aparente. O enxoval é completamente branco, as toalhas, roupões, roupas de cama e tapetes. Num lugar que tem muita terra, tudo branco? Estão de parabéns né.

Salão de jogos e bar

O salão de jogos, além de bonito era muito aconchegante. Contava com jogos clássicos como a mesa de sinuca, sofás para leitura e acompanhantes, mesas para carteado e tabuleiros. Notei apenas o Gamão e Damas, o Xadrez era de corpo e ficava ao lado de fora do hotel, num espaço aberto e muito bonito. Acabamos nos divertindo apenas com o Gamão, não havia muito tempo, então escolhemos a dedo cada detalhe.

Lojas e presentes

No hotel há lojas de roupas, de joias e de vinhos. Para os que apreciam presentes encorpados à suvenires é uma opção bem completa com marcas de destaque no mercado. Ao chegar na altura do elevador, no caminho para as Cataratas, há lojas repletas de lembranças que agrada a todos os gostos e gastos. Pode ser uma opção mais acessível de garantir que todos recebam lembrancinhas adoráveis.

Passeios

  • Passeio Matinal;
  • Passeio da Lua Cheia;
  • Macuco Safari;
  • Rafting;
  • Usina Itaipú;
  • Cataratas Argentinas;
  • Passeio de Helicóptero;
  • Poço Preto;
  • Parque das Aves;
  • Marco das Três Fronteiras;
  • Vale dos dinossauros;
  • Ecomuseu de Itaipu;
  • Templo Budista de Foz do Iguaçu;
  • Parque Zoológico Bosque Guaraní;
  • Porto Kattamaram;
  • Ponte Internacional da Fraternidade;
  • Iguassu City Tour;
  • Refúgio Biológico Bela Vista;
  • Fundação Cultural;
  • Mesquita Muçulmana;
  • Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho;
  • Mirante Central;
  • Acquamania Foz;
  • Maravilhas do Mundo;
  • Museu de Cera – dreamland;
  • Thermas Cataratas;
  • Zoológico;
  • Memorial Cabeza de Vaca;
  • Praça da Bíblia;
  • Echaporã Navegação e Turismo;
  • Mural de Pedra Cadoro;
  • Parque Ambiental Omar de Oliveira;
  • Torre do Parque.

Como foi nosso retorno

Na ida não havia muito tempo então nem saímos do aeroporto, mas na volta, escolhi a escala com maior intervalo de tempo – que ele sobre, nunca falte! Quem voa sabe da correria e perigo de não ir ao fazer o embarque as pressas. Demos uma voltinha de uber-X (primeira vez) em Curitiba com a Luana, uma motorista sensacional cheia de conteúdo e dicas! Ela nos levou ao Jardim Botânico. Foi rapidinho, mas renderam boas fotos. Novamente no aeroporto, tomamos vinho e comemos pizza, muito gostoso. Voltamos para São Paulo com desejo de estar no Hotel das Cataratas ainda.

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