Conheça o título de eleitor digital e saiba sobre o recadastramento com biometria

Com a chegada das eleições 2018, devemos nos preparar para a votação que cada vez fica mais informatizada e moderna, prova disso é o novo título de eleitor digital e a necessidade do recadastramento biométrico.

Tecnologia
8 meses atrás
Conheça o título de eleitor digital e saiba sobre o recadastramento com biometria

Recadastramento biométrico

O cadastramento dura menos de 15 minutos e deve ser agendado pelo site ou por meio do telefone do TRE do seu estado. No momento do atendimento, o eleitor deverá ter em mãos documento de identidade oficial, comprovante de residência recente e o título de eleitor (se possuir).

De acordo com a desembargadora Jacqueline Montenegro, a biometria traz ainda mais segurança para a votação. Como cada pessoa tem digitais únicas, a tecnologia impede que um eleitor vote no lugar de outro. “Nossa expectativa é de que o eleitor do município do Rio tenha consciência da importância desse cadastramento e agende o quanto antes seu atendimento, evitando assim filas no futuro”, explicou.

Aplicativo vai substituir título de eleitor em papel

O e-título está disponível para aparelhos que funcionam com o sistema operacional Android, na Play Store, e para quem usa o sistema iOS, pode baixar na App Store.

O aplicativo trará todas as informações que constam no papel e, para os eleitores que já fizeram o cadastramento biométrico – que inclui também foto –, bastará o celular para votar.

Para quem ainda não realizou a biometria, será necessário apresentar, além do aplicativo no celular, um documento com foto. Cerca de 47% dos 146,7 milhões de eleitores fizeram o cadastramento biométrico até o momento.

Para o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, a iniciativa representará economia de recursos públicos, uma vez que não será mais necessário, por exemplo, reimprimir todos os títulos de eleitores que mudaram de zona eleitoral para as próximas eleições.

“Tínhamos para isso [reimpressão de títulos] separados de R$ 200 milhões a R$ 230 milhões”, disse o ministro, dinheiro que, em boa parte, deve ser economizado, segundo ele.

De acordo com o TSE, o aplicativo que dispensa o uso do título foi desenvolvido sem a necessidade de compra de qualquer equipamento ou contratação de serviço externo. A Corte Eleitoral, no entanto, não especificou quanto do orçamento interno do tribunal foi alocado para o projeto.

O aplicativo foi uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Acre com o objetivo de evitar que moradores de localidades muito distantes tivessem de ir até o cartório eleitoral apenas para imprimir o título. Agora, bastará baixar o aplicativo, sendo obrigatório comparecer à sessão somente nos casos de primeiro registro.

*Com informações da Agência Brasil.

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